1. mesmo o básico é relativo e depende de profissão, estilo de vida, personalidade, corte de cabelo e bicho de estimação. sei lá. eu tentei me manter no mais básico universal possível. pensando em praticidade e conforto.

    começando pelas cores: em roupa, o básico pra mim é o liso, e não necessariamente uma cor específica. uma cor chamada “neutra” é mais importante num sapato base do que numa blusa. também escolheria as cores “intermediárias” no lugar das absolutas. vinho e não vermelho, por exemplo.

    modelos básicos são aqueles que caem melhor no corpo. nada largo demais nem justo demais. cortes **simples**, sem bolsos gordos, sem muita assimetria, sem tanta textura, sem detalhe demais, sem decote até o umbigo, sem frufru, nada muito vanguarda. não fique triste, esse é só o começo. assim uma peça casa melhor com qualquer outra, e isso é o que faz o básico básico, ok? sou óbvia.

    me segue, vamos pra listinha:

    1. vestido liso claro
    2. vestido escuro
    3. regatas justas
    4. blusas lisas soltinhas
    5. calça justa lisa
    6. saia lisa
    7. short confortável
    8. sapato baixo
    9. bota de couro
    10. meia-calça
    11. cardigã ou sweater
    12. sobretudo*
    13. bolsa

    pra eu não ficar louca, peguei meus exemplos de um site só, que tem várias marcas: ASOS. alguns dos sapatos do Nasty Gal. escolhi um pouco ao acaso, puramente como ilustração:

    Ler mais

  2. Short link:
  3. um filme que eu adorei e odiei.

    direção: richard schenkman
    roteiro: jerome bixby
    fotografia: afshin shahidi
    elenco: david lee smith, tony todd, john billingsley, ellen crawford, annika peterson, william katt, alexis thorpe, richard riehle
    estados unidos, 2007 

    uma das atrizes, alexis thorpe, (a mocinha mais nova que já é um personagem suficientemente chato) me mata de raiva de tão péssima. eu suspeito ser culpa do diretor os atores todos terem uma postura super de mau gosto de “estou interpretando”. tudo muito forçado. talvez sejam os diálogos.

    resolvi abstrair o técnico e fato é que a história é mega interessante. o filme é só baseado em discussão, e eu absolutamente adoro filmes cujas histórias acontecem em um cenário só. chama teatro, eu sei. eu gosto.

    um cara está com os amigos em sua casa, já de mudança. vão passar a tarde juntos para uma despedida, e conversa jogada fora pra cá e pra lá, um dos amigos decide pressionar aquele que vai embora a explicar o que há de errado com ele (por que vai embora, por que tanto mistério, oh!). isca fácil pra roteiro. aliás este é cheio de isca fácil de continuação da trama, mas eu quase não me importo.

    então nosso galã resolve pela primeira vez (pff, *alarme de preguiça*) explicar aos outros o que o faz sumir da vida das pessoas de dez em dez anos. e aqui está a minha deixa pro suspense. eu sei que faz parte da sinopse explicar o plot, mas é tão brega que se eu contar vai parecer uma grande porcaria.

    talvez seja uma porcaria mesmo, mas do tipo que me entretém o suficiente. daí vou deixar a chance do filme no mistério do “homem da terra”*

    * eu esperava algo com ETs e espaço. se você quer isso LARGA esse filme e vai ver alien (sei lá)

    as palavras, o que se está sendo discutido ali entre aquelas pessoas é tão a essência da história, que não tem nada de intediante no fato de que é o mesmo grupo falando o tempo inteiro de um mesmo assunto. o filme corre como uma tarde normal entre amigos. tem quase um clima de jogo de tabuleiro, mas essa imagem eu não saberia explicar, acho que é pessoal.

    é óbvio o low-budget da produção, e uma grande tristeza, porque essa galera realmente quis fazer um negócio legal. a fotografia é esquisitíssima, cada tomada tem uma luz e uma granulação diferentes. não saquei. e também montagem super mega estranha. low-budget, gente, nem sempre pode entrar como culpa no caso.

    richard riehle, eu gosto de você.

  4. Short link:
  5. Short link:
  6. primeiro passo: o ambiente. tão importante quanto as roupas é o lugar onde elas são guardadas. então acabei me empolgando pra reorganizar logo o quarto inteiro. yay! roupas de inverno escondidas organizadas e fora do caminho abriram um espaço enorme nas prateleiras! 

    Ler mais

  7. Short link:
  8. lembrancinha brega de viagem sempre tem mais charme. @ acquario di genova (Scattata con instagram)

    lembrancinha brega de viagem sempre tem mais charme. @ acquario di genova (Scattata con instagram)

  9. Short link:
  10. direção: martin brest
    roteiro: bo goldman (baseado na novela “il buio e il miele” de giovanni arpino)
    fotografia: donald e. thorin
    elenco: al pacino, chris o’donnell, james rebhorn, gabrielle anwar
    estados unidos, 1992 

    como eu esqueci de escrever sobre scent of a woman?!

    é lindo. al pacino é um gênio completo da interpretação: da cegueira ao gestual e à voz. isso basta pra você ir lá agora assistir. sem esquecer o lencinho pra secar as lágrimas que você vai fingir serem de alergia. o filme é visualmente muito bonito, e tocante, e infinitamente menos mulherzinha do que eu imaginei que seria.

    sobre o roteiro em si, eu não achei muito redondinho. não soa finalizado com calma e carinho como a gente gosta. achei a história um pouco fácil, imaginei um brainstorm finalizado antes da hora. quase boba. e isso não tem necessariamente a ver com a novela no qual foi baseado. ou tem, eu não sei porque não li. não me incomoda não ser “real”, porque o cinema pode tudo, seu lindo! me incomoda… ah, nada me incomoda quando começa a tocar gardel.

    não me importo a mínima. ah, que filme cheiroso!

    não pode ser spoiler uma cena tão clássica. ai, que moça sem graça pra dançar esse tango.

  11. Short link:
  12. oi, eu sou a caixa. eu sirvo pra guardar coisas e organizar a sua vida.

    “fashina fashion” continua engraçado.

    post de inverno foi um só porque o clima me desanima. não aguentava a estação que não queria nunca mais ir embora. que inverno longo! estou felicíssima com as temperaturas confortáveis de agora. não sei me vestir pro frio, me sinto sempre desconfortável. então passado o sufoco, joguei fora o que devia e agora não vou mais passar pelo inverno europeu tão cedo. acabei me livrando de mais coisa do que imaginava.

    todas as roupas e acessórios de inverno foram parar dentro daquela caixa. ok, não coube tudo, também não sou milagreira. jaquetas leves, sweaters e cardigãs ficaram de fora, o que ainda é conveniente pra uma pessoa como eu que odeia vento não importa que temperatura faça:

    e então a caixa foi parar em cima da despensa. um espaçozinho como o teto de um guarda-roupa, onde a gente põe também as malas, por exemplo. fora do caminho é o que importa.

    pros meus trabalhos primaveris, eu reservei foco pras roupas de fato: vestidos, calças, saias, blusas, camisas, regatas e ainda roupas de exercício (que são quase por inteiro resquícios dos tempos de dança). mas antes disso eu resolvi reservar um tempo pra organizar meu quarto inteiro, agora em fase primaveril.

    observando o que eu tenho, percebi o que me atrapalhou a vida inteira: eu não tenho nada muito neutro. como eu sempre fiz raríssimas compras na vida, eu só tinha vontade de comprar peças ousadas, diferentes, acho que pra sentir valer a pena. acontece que com isso eu acabei nunca montando um kit básico no meu guarda-roupa. e, uau, como faz falta!

    problema detectado, de repente tudo ficou óbvio: o meu objetivo nesta primavera é ir atrás das peças essenciais, e só delas. é meu desafio: entrar numa loja e não comprar nada diferente da minha lista. manter o foco.

    divido aqui a super faxina que fiz no quarto (um super orgulho meu) e a lista de itens básicos que eu vou levar comigo na selva urbana do comércio da moda. e terminam meus trabalhos de primavera e o verão já começa a dar as caras. como o tempo passa rápido!

  13. Short link: